Ao reinventar minha vida, tudo igual. Um pouco mais de ervas aqui e ali e só. Com uma caixa de lápis nas mãos, pinto o arco-íris que quiser.
Das cousas do amor. Tão individuais, e ao mesmo tempo, tão coletivas.
tão perfeito que fiquei sem folego!
ai, que lindo! :)beijo cheio de carinho, Zélia.
Olá...Vim do blog "As cartas que não mando", da querida Kellyane.Gostei daqui. Posso ficar?Seus textos possuem uma marca muito pessoal,parecem pensamentos soltos... uma junção de ideias e reflexões... Fantástico!Um abraço
...lindo!!!bj
Hoje li Sartre dizendo que coisas começam com o objetivo de chegar ao fim. Logo, amor acaba.
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6 comentários:
Das cousas do amor. Tão individuais, e ao mesmo tempo, tão coletivas.
tão perfeito que fiquei sem folego!
ai, que lindo! :)
beijo cheio de carinho, Zélia.
Olá...
Vim do blog "As cartas que não mando", da querida Kellyane.
Gostei daqui. Posso ficar?
Seus textos possuem uma marca muito pessoal,parecem pensamentos soltos... uma junção de ideias e reflexões... Fantástico!
Um abraço
...lindo!!!
bj
Hoje li Sartre dizendo que coisas começam com o objetivo de chegar ao fim. Logo, amor acaba.
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